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"Om Namah Durgaya"
NAS ONDAS DE AMOR DA MÃE DURGA
"Toque o azul do céu com o seu chacra coronário
e o solo com o seu chacra da base da coluna e os pés na grama.
Ela
desceu do tigre e abençoou-me com seu toque de Mãe espiritual.
E eu senti o azul do céu e o vermelho da Terra saudando-me como
irmão e trabalhador espiritual. OM NAMAH DURGAYA! PS:
Esses escritos são dedicados às mães de todos os
lugares, pois só o coração de uma mulher pode expressar
o amor incondicional que viaja protegendo os seus filhos e guiando-os
na jornada, mesmo além do corpo e do mundo, naquele infinito
dos sentimentos que abraçam em silêncio. Paz e Luz. -
Wagner Borges - Notas:
* Durga (do sânscrito): Um dos aspectos da Mãe
Divina na cosmogonia hinduísta. Significa literalmente "A
Inacessível". É a Potência feminina
da Divindade. Simboliza o poder que protege o peregrino
espiritual justo das investidas do mal. É poderosa, mas além
de sua aparência fenomênica que intimida os agentes maléficos,
ela é pura ternura. Ela porta as afiadas espadas do discernimento
prontas para cortarem as cabeças dos egos renitentes. No entanto,
em seus olhos brilha o amor de uma mãe.
**
Om Namah Durgaya (do sânscrito): É um dos mantras
de evocação da Mãe Divina.
Mantra
é uma palavra em sânscrito
formada por manas (mente) e tra (por
meio de), que indica movimento. Literalmente,
significa "Controle da mente". ******* "É importante salientar que o alfabeto sânscrito (devanagari)foi percebido no plano espiritual pelos antigos rishis, por clarividência, e que cada letra é um mantra ou vibração energética específica. Originalmente, se escreve samskrta, sendo que o prefixo sam (sa + ma) quer dizer “perfeito”; e a raiz verbal kr (k + ka) significa “fazer”; daí o significado de “língua perfeita” ou “linguagem dos deuses”, devabhasa, ou ainda devanagari ou “escrita da cidade divina”. (Wagner Borges) ******* ”Que fique bem claro que o mantra não se trata apenas de uma oração ou um pedido solene, mas cada silaba de um mantra é uma vibração que impulsiona o espírito de criação do ser” . (Prof. Enki*) Notas: Rishis – do sânscrito – sábios espirituais; mestres realizados na consciência cósmica; mentores dos Upanishads - a parte final dos Vedas, síntese da sabedoria espiritual da velha Índia Devanagari
- O nome do alfabeto sânscrito, significa escrita dos Devas (deuses).
Todo mantra é uma vibração
energética específica. Segundo os Hindus o
Mantra OM é o som primordial da criação
e a origem dos demais mantras.A palavra OM vem do sânscrito e
é composta de três letras do alfabeto devanagari.
Explicações complementares: O
GAYATRI MANTRA
Gayatri Devi O Gayatri mantra é, junto com o OM, o mantra mais conhecido e cantado na Índia. Ele representa a essência do conhecimento védico.
OM
Gayatri
é um dos aspectos da deusa Saraswati, esposa de Brahma e que
representa o seu poder criativo ou shakti. Saraswati é mitologicamente
representada como a protetora e inspiradora das artes, música,
literatura e ciência. No entanto, esotericamente ela representa
o potencial de expressão da mente humana. 1
- Tat: Sabedoria Profunda
O mantra não é uma simples oração
ou ode a uma deidade específica, mas sim todo um conjunto de
conhecimentos profundos e sutis. Não é a toa que o gayatri
mantra é considerado a essência dos vedas. OM
Vamos
a uma tradução aproximada: “Eu Saúdo aquele Ser, possuidor da efulgência divina e que éa causa e sustentação de todos os planos da existência. Que minha mente esteja sempre fixa e absorvida Nele e que Ele possa iluminar, purificar e inspirar meu intelecto.” O
Mantra está todo relacionado ao aspecto
iluminador e todo abrangente de Brahman.
Em verdade nos mostra a natureza essencial de toda a existência.
Muita Paz e Muita Luz a todos, Enki. *Enki
é o pseudônimo do Prof. Luiz Fernando Mingrone. O Prof.
Enki é o responsável pelo Portal
Yogashala. É colaborador de diversas revistas e também
colunista do Portal IPPB. Ministra
cursos e palestras sobre o tema. Brahman – do sânscrito – O Supremo, O Absoluto, O Eterno, O Grande Arquiteto Do Universo, O Grande Espírito, Deus, O Todo que está em tudo.
"Os
seus dois olhos não podem revelar-lhes a magnificência
e a majestade do reino do espírito. Eles estão focalizados
no mundo objetivo e nas suas atrações passageiras. Conseqüentemente,
o mantra Gayatri lhes foi dado como um terceiro olho, para revelar-lhes
essa visão interna por meio da qual vocês podem vivenciar
Brahman. Gayatri é um tesouro que vocês devem proteger
as suas vidas inteiras. [...]Nunca abandonem o Gayatri; vocês
podem deixar ou ignorar qualquer outro mantra, mas vocês deveriam
recitar o Gayatri pelo menos algumas vezes durante o dia. Ele os protegerá
dos perigos onde quer que vocês estejam – viajando, trabalhando
ou em casa. Os ocidentais investigaram as vibrações produzidas
por este mantra e descobriram que quando ele é recitado com a
pronúncia correta, como estabelecido nos Vedas, a atmosfera ao
redor torna-se visivelmente iluminada. Assim, o resplendor de Brahma
descerá sobre vocês, animará os seus intelectos
e iluminará o seu caminho quando este mantra for entoado. Gayatri
é a Mãe, a força que anima toda a vida. Portanto,
dele não se descuide nunca."
"Gayatri é conhecido como Panchamukhi que significa
que ela tem cinco faces. Quais são elas? Aum é a primeira
face; "Bhur Bhuvah Swaha" é a segunda; "Tat Savitur
Varenyam" é a terceira; "Bhargo Devasya Dhimahi"
é a quarta; "Dhiyo Yo Nah Prachodayat" é a quinta.
O Gayatri tem três partes: louvor, meditação e oração.
Primeiro, o Divino é louvado, então se medita com reverência
e, finalmente, um apelo é feito ao Divino para dispersar a escuridão
da ignorância e despertar e fortalecer o intelecto. Dhimahi relaciona-se
ao aspecto meditativo. Dhiyo Yo Nah Prachodayat relaciona-se ao aspecto
da oração. Cantar o mantra Gayatri purifica a mente e
confere devoção, desapego e sabedoria. O mantra Gayatri
é altamente sagrado. [...] Bhur,
Bhuvah e Swaha no mantra Gayatri se referem ao corpo (materialização),
à força de vida (vibração) e à alma
(radiação). Bhur quer dizer Bhuloka (a terra) que não
é nada mais que a combinação de materiais. Isto
denota o corpo humano, que também é uma combinação
de materiais. Bhuvah se refere à força vital que faz o
corpo vibrar. Swaha se refere ao Poder do Conhecimento Supremo (Prajnana
Shakti) que sustenta a força vital. Este Poder é conhecido
como a Consciência Integrada Constante. Ele também é
chamado de radiação. Todos os três, materialização,
vibração e radiação estão presentes
no homem. Eu lhes falo freqüentemente que vocês não
são um, mas três - aquele que vocês pensam que são
(corpo físico), aquele que os outros pensam que vocês são
(corpo mental) e aquele que vocês realmente são (Atma).
A vida humana é a combinação de corpo, mente e
Atma. O corpo é a base para atingir sabedoria. Assim, ele não
deveria ser mal utilizado. Tem-se que purificar o corpo e a mente empreendendo
ações sagradas. O princípio do Atma é sempre
puro e imaculado. A vida humana é extremamente sagrada."
MINHA EXPERIÊNCIA PESSOAL COM O MANTRA GAYATRI
Há
muitos anos atrás, eu me vi as voltas com uma grave enfermidade
– e o meu estado emocional na época não ajudava
muito. Embora eu já tivesse algum conhecimento espiritual –
eu estava muito triste e zangada com a situação. Eu sentia
um profundo sentimento de solidão e abandono, e a minha fé
estava muito abalada. AMOR
PAZ E LUZ nos caminhos de todos!
OM
BHUR BHUVAH SWAH OM
- O som primordial. O Poder do Supremo que engloba a criação,
a preservação e a destruição. O som que
se propaga por si mesmo, divino e onipotente. Podemos
entender que BHUR BHUVAH SWAH refere-se aos três planos da criação.
BHUR – o plano físico. BHUVAH - O plano astral. SWAH –
o plano espiritual. Ó
Gloriosa Luz que ilumina os três mundos
OS
BIJA MANTRAS DOS CHACRAS
O Chacras (do sanscrito: rodas) são os centros de força situados no corpo energético e que têm como função principal a absorção de energia - prana, chi - do meio ambiente para o interior do campo energético e do corpo físico. Além disso, servem de ponte energética entre o corpo espiritual e o corpo físico. Os principais chacras são sete – que estão conectados com as sete glândulas que compõem o sistema endócrino: coronário, frontal, laríngeo, cardíaco, umbilical, sexual e básico. Eis aqui os principais chacras e seus respectivos bija-mantras (1) de ativação. É apenas um pequeno resumo, só para dar uma idéia básica (2): CORONÁRIO
(do sânscrito: "Sahashara":
"O lótus da mil pétalas"): (3) FRONTAL
(do sânscrito: "Ajnã": "Centro
de comando"): LARÍNGEO
(do sânscrito: "Vishudda":
"O purificador"): CARDÍACO
(do sânscrito: "Anahata": "Invicto";
"Inviolado"): UMBILICAL
(do sânscrito: "Manipura":
"Cidade das jóias"): SACRO
(do sânscrito: "Swadhistana":
"Morada do Prazer"): BÁSICO
(do sânscrito: "Muladhara":
"Base e fundamento"; "Suporte"):
CONSIDERAÇÕES SOBE O CHACRA ESPLENICO
Eis aqui algumas considerações sobre a confusão que as pessoas fazem em relação ao chacra esplênico (baço) e o chacra do baixo ventre: O chacra gênito-urinário é conhecido por vários nomes, dependendo da doutrina ou movimento espiritualista que o mencione: Sânscrito: "Swadhistana" ("Morada do Prazer"); China (Taoísmo): "Tan Tien inferior" ("esfera do elixir interior"); Japão: "Hara" ("Parte inferior da barriga"); Ocidente: "Sacro" ou "Chacra do baixo ventre" ou "Chacra sexual". Na verdade, a função desse chacra ultrapassa em muito a função genital. Ele também controla as vias urinárias e as gônadas (glândulas endócrinas: testículos no homem; ovários na mulher) e é responsável pela vitalização do feto em formação (função essa que divide com o chacra básico). Aliás, a ligação desse dois chacras é estreita demais. Isso se deve ao fato de que parte da energia kundalini (6) é veiculada do básico para dentro do chacra sacro. É por esse fator que alguns tibetanos consideram esses dois chacras como um único centro. Devido à sua intensa atuação energética na área genital, o chacra sacro normalmente é suprimido por várias doutrinas espiritualistas ocidentais, muito presas à condicionamentos antigos sobre sexualidade. Muitas delas colocam o chacra esplênico em seu lugar. O motivo disso é simplesmente o tabu em relação à questão sexual. É um absurdo, mas alguns autores de livros chegam a trocar o nome dos dois chacras, chamando o esplênico de sacro ou o sacro de chacra do baço. Alguns chegam mesmo a tirar o bija-mantra do sacro e colocá-lo no baço, que nem mesmo tem bija-mantra em sânscrito. Os orientais não sofreram a repressão sexual imposta aqui no Ocidente pelo Cristianismo. Daí, não hesitaram em classificar o chacra sexual como um dos principais centros de força do campo energético. Porém, consideraram o chacra do baço apenas como um centro de força secundário. É por isso que eles falam em sete chacras principais. Aqui no Ocidente, também fala-se de sete chacras principais, mas costumam exonerar o chacra sexual da classificação e colocar em seu lugar o chacra do baço. O chacra do baço é importante na questão da absorção de vitalidade para o corpo, mas não é um dos centros principais. É apenas um repositor energético que ajuda o chacra cardíaco a distribuir a energia pela circulação do sangue. Por isso, ele nem mesmo é mencionado na tradição iogue como um centro importante. No corpo físico o baço é uma víscera situada ao lado esquerdo do estômago, logo abaixo das costelas esquerdas. Retém células mortas da corrente sangüínea e as destrói. Também produz glóbulos vermelhos e brancos e transporta nutrientes para as células, via corrente sangüínea. Na medicina chinesa, ele é considerado junto com o estômago como um orgão só, associado ao elemento terra. Aqui no Ocidente, quem divulgou mais a questão do chacra do baço foi Charles Webster Leadbeater, discípulo de Blavatsky, colega de Annie Wood Besant e seu colaborador direto na condução da Sociedade Teosófica nas primeiras três décadas desse nosso século. Ele era um clarividente respeitável e muito competente. Por conta do que via nos planos extrafísicos, escreveu dezenas de livros ("A Clarividência"; "O Que Há Além da Morte"; "O Lado Oculto das Coisas"; "Os Chacras"; etc). Mas, ele tinha vários problemas em relação à sexualidade, talvez pelo fato de ter sido reverendo. Por esse motivo, ele suprimiu o estudo em cima do chacra sexual (ele dizia que era um centro perigoso para o desenvolvimento espiritual da pessoa) e colocou em seu lugar o chacra esplênico. A partir dele, outros autores ocidentais tomaram a mesma postura, esquecendo-se de que o chacra do baixo ventre não é meramente um chacra de ativação da energia sexual, mas também um centro gerador e plasmador de vida, pois é por sua ação (conjugada como chacra básico) que o feto é energizado e desenvolve-se. E é o controlador das vias urinárias (não é a toa que na tradição iogue ele está relacionado ao elemento água). Resumindo: O chacra sacro é no baixo ventre. O chacra esplênico (derivado do inglês: "spleen": "baço") é no baço. São chacras diferentes mesmo. Há muito mais chacras do que os sete principais. Há chacras secundários nas palmas das mãos, plantas dos pés, pulmões, fígado, estômago, orelhas, mandíbulas, ombros, joelhos, entre as escápulas (omoplatas) e espalhados por todo corpo. E, em escala menor, pode-se dizer que para cada poro do corpo há um pequeno chacra em correlação direta no campo vibratório correspondente.
PEQUENA BIBLIOGRAFIA SOBRE CHACRAS Sugiro aos interessados no tema uma pequena bibliografia específica: (7)
A todos vocês, "Namastê!" (do sânscrito: "A divindade que mora em mim saúda a divindade que mora em vocês!").
Paz
e luz! - Wagner Borges - Notas: (1) Bija-mantra (do sânscrito): "Núcleo vibratório de um mantra"; "Mantra-semente"; "Senha vibratória para evocação de uma determinada freqüência espiritual". (2) Isso é só uma síntese. Há muito mais a considerar, tanto na parte teórica, como na parte prática de exercícios ativadores dos chacras. As variações das cores dos chacras, o número de pétalas (raios), suas funções vitais, os parachacras (chacras do corpo espiritual), o ectoplasma, enfim, há muito a estudar nessa área... (3) O chacra coronário tem 972 pétalas (raios), sendo 960 na parte periférica e mais 12 raios em seu núcleo central (960 + 12 = 972). Por motivos esotéricos, os iogues arredondaram logo para 1000 pétalas. (4) Brahmarandra (do sânscrito): "Portão de Brahman"; "Portão de Deus". É uma definição esotérica do orifício central (com suas 12 pétalas em estreita relação com o chacra cardíaco) do chacra coronário. É por isso que vários iogues narram projeções de consciência através do topo da cabeça. Eles fazem a kundalini ascender pelo nádi sushumna (conduto sutil principal que sobe pelo centro energético da coluna) e "esguichar" energeticamente pelo alto da cabeça. É a saída consciente pelo Brahmarandra. Em alguns casos, há também a ativação da glândula pineal no processo. (5) RAM (do sânscrito: "Bija-mantra do chacra manipura"): Além de ser o bija-mantra do chacra umbilical, RAM é a abreviatura do nome do sétimo avatar de Vishnu: "Rama" (Ramachandra). É um mantra de considerável poder. Também significa "Virtude". (6) Kundalini (do sânscrito): "Enroscada"; "Fogo Serpentino"; "Shakti". É a energia que entra no campo energético por intermédio do chacra básico. É também chamada genericamente aqui no Ocidente de energia telúrica (energia da terra) ou geoenergia. Contudo, essa definição ocidental é muito pobre. Os orientais, notadamente os hindus, tibetanos e chineses antigos (taoístas), aprofundaram-se bastante no estudo dessa energia. Há muito mistério em cima desse tema, principalmente por parte de gnósticos e iogues. Há também muita leviandade e ignorância das pessoas quando falam nisso. Alguns acham que é só "acender um foguete no traseiro" e decolar espiritualmente. Outros querem o despertar da kundalini sem sequer conhecerem o mecanismo dos chacras e dos nádis. Mas, os piores são aqueles que querem tratar disso sem nenhum amor ou crescimento espiritual compatível com tal empreitada consciencial. Aqui por e-mail fica difícil explicar um tema desse quilate, mas oportunamente postarei alguma coisa a respeito. (7) Muitos autores retrógrados costumam dizer que estudar e ativar os chacras é perigoso (é a mesma história em relação à projeção da consciência). Na verdade, perigoso é segurar informação e prendê-la dentro de um grupo fechado, pois assim o resto da humanidade fica na ignorância, o verdadeiro perigo disso tudo. O perigo é querer envolver-se nesses assuntos de maneira egoísta ou leviana. Porém, quem quer crescer e sente em seu íntimo o chamado da espiritualidade em direção à maturidade consciencial, deve ir fundo, sem temor ou repressão de doutrinas, pessoas, institutos ou esquemas bolorentos de bloqueio de informação. O potencial está dentro de nós mesmos, adormecido, esperando nossa resolução consciencial. Chega de inércia! Isso é que é maya! (do sânscrito: "ilusão").
Que
as Potências Espirituais Superiores possam inspirar-nos no despertar
de nossa própria divindade! O Portal Oficina de Consciência recomenda o excelente curso do Prof. Wagner Borges - "Bioenergia, Aura e Chacras" - Nivel I e II . Infomações: infoippb@uol.com.br
EXERCÍCIO PARA O CHACRA CARDÍACO *
P.S.: Esses escritos são a transcrição de um lance espiritual que rolou durante um trabalho de irradiação energética com os 120 participantes do Grupo de Estudos e Assistência Espiritual do IPPB. Paz e Luz. São Paulo, 04 de junho de 2008. Notas: Chacra Cardíaco - é o centro de força responsável pela energização do sistema cardiorrespiratório. É considerado o canal de movimentação dos sentimentos. Por isso é o chacra mais afetado pelo desequilíbrio emocional. Bem desenvolvido, torna-se um canal de amor para o trabalho de assistência espiritual. Está ligado à glândula timo. O seu nome em sânscrito é “Anahata”, o inviolável, o invicto, o som sutil do espírito imperecível. Amparadores Extrafísicos – entidades extrafísicas e positivas que ajudam o projetor nas suas experiências extracorpóreas; mentores extrafísicos; mestres extrafísicos; companheiros espirituais; protetores astrais; auxiliares invisíveis; guardiões astrais; guias espirituais; benfeitores espirituais. *** O programa Viagem Espiritual está no ar desde 1999, e é uma das principais audiências da grade de programação da Rádio Mundial de São Paulo – 95.7 FM. O mesmo vai ao ar todas as 5as feiras, das 19h às 20h, e pode ser acompanhado diretamente pelo site da rádio na Internet: www.radiomundial.com.br. Egrégora – do grego “Egregorien”, que significa “velar”, “cuidar” - é a atmosfera coletiva plasmada espiritualmente num certo ambiente, decorrente do somatório dos pensamentos, sentimentos e energias de um grupo de pessoas voltado para a produção de climas virtuosos no mundo. É a atmosfera psíquica resultante da reunião de grupos voltados para trabalhos e estudos baseados na LUZ. Pode-se dizer que toda reunião de pessoas para a prática do Bem e da Virtude - independentemente de linha espiritual - forma uma egrégora específica, uma verdadeira entidade coletiva luminosa, à qual se agregam várias outras consciências extrafísicas alinhadas com aquela sintonia espiritual para um trabalho interconsciencial. Provavelmente foi por isso que Jesus ensinou: "Onde houver dois ou mais em meu nome, aí eu estarei." Muitos dizem que não se deve misturar egrégoras de trabalhos diferentes, porém, quando o Amor se manifesta, desaparece qualquer ideologia doutrinária, e só fica o que interessa: a LUZ. No dia em que os homens despertarem para climas mais universalistas e cosmoéticos, com certeza esse mundo será melhor de viver. Viva a LUZ, pouco importa o nome, o grupo ou a doutrina que fale dela. E viva os mentores espirituais que ajudam a todos, independentemente de credo, raça ou cultura esposada. Uma versão deste exercicio está disponível na Radio Oficina - conduzido pela Prof. Irene Carmo Pimenta com a belissima musica de fundo "Memories of buddha's love" - faixa 2 do CD Buddha and Bonsai Vol.5 de Oliver Shanti. Embora não seja o original conduzido pelo Pro. Wagner Borges - o exercicio pode auiliar muito a todos que o praticarem.
OM
NAMAH SHIVAYA
O Mantra OM NAMAH SHIVAYA é um mantra de evocação
a Shiva. A tradução
literal do mantra seria "Eu Saúdo o Senhor Shiva".
Shiva é, segundo a tradição hindu, o terceiro aspecto
da trindade. Ele possui vários epítetos (atributos), sendo
os mais conhecidos "transformador, o de doce efulgência,
o de três olhos" (tryambake)... No entanto, a palavra Shiva
é literalmente "o Benevolente". Shiva é a Consciência
Pura, o fundamento original do Ser. No yoga e nas correntes védicas
ele é chamado de Brahman. Brahman e Shiva representam o mesmo
princípio: O Todo, o Absoluto, o Fundamento Original do Ser.
Sendo assim, Shiva é normalmente retratado em postura yogue,
com rosto sereno, plácido e sempre em paz. Sendo O TODO, nada
está fora dele, e portanto, ele é sempre o mesmo, igual
em todas as circunstâncias. Muita Paz e Muita Luz a todos, Enki. Shiva
-
na Cosmogonia hinduísta, o Divino é representado por três
aspectos fenomênicos: Brahma - O Criador, Vishnu
- O Preservador, e Shiva - O Transformador. Shiva é
o senhor de todas as transmutações na natureza, é
o senhor das energias e de todo movimento vital. Em muitas representações
simbólicas, Ele é representado como o "Nataraja",
O Dançarino Divino que faz o universo vibrar e girar em sua eterna
dança cósmica. Por isso algumas imagens O mostram dançando
dentro de uma roda (o universo).
UMA PRÁTICA ESPIRITUAL COM O SENHOR DOS OLHOS DE LÓTUS OM MAHARAJA - O Grande Rei do Coração
Krishna "Quem Me chama com sinceridade, mesmo envolvido nas trevas mais profundas, transcenderá o jugo das ilusões e perceberá o Meu amor brilhando em cada ser!" Acabei de fazer uma pequena prática espiritual e como meu ambiente está preenchido de vibrações maravilhosas, fruto das irradiações energéticas invisíveis que são emanadas aqui de casa para toda a humanidade - é a maneira que sei de ajudar em alguma coisa - e da presença de alguns amigos extrafísicos cheios de alegria que inspiram esse trabalho, quero compartilhar com os leitores um pequeno recurso que uso para sintonizar as vibrações de Krishna.Trata-se do mantra "Om Maharaja". Por favor, com muita humildade e boa vontade, sente-se confortavelmente de olhos fechados e faça da seguinte maneira: Eleve os sentimentos e pense: "EU SOU LUZ!"
Leve a atenção com paciência até a parte
central interna do peito - Visualize uma terna flor desabrochando tranqüilamente ali no centro do peito - escolha o tipo de flor e cor que quiser. Como se sua voz interior estivesse bem no centro da flor, repita suavemente - apenas mentalmente - o mantra "Om Maharaja", por alguns minutos e peça a Krishna e suas hostes de trabalhadores espirituais que enviem um fluxo de luz do seu coração ao coração de todos os homens. Afaste qualquer dúvida ou mediocridade de seus pensamentos e sinta a luz de Krishna dentro de sua flor. Fique assim por alguns minutos e sinta-se muito bem! Observações: *Esse
mantra afasta o medo e protege de agressões parapsíquicas. Visite o site do Prof. Wagner Borges www.ippb.org.br Notas do sânscrito: Om
Maharaja - do sânscrito Om Maharaj.
Om é "o Verbo Divino"; "O Som
Divino";"a Vibração interdimensional".
Maha - "Grande"; "Incomensurável".
RAJ - ou RAJA - "Rei";
"Real". Eis outros epítetos de Krishna que são considerados como mantras: GHANSHAYAM: "O Sempre-Jovem". KESHAVA: "Senhor da felicidade". CHIRASATI: "O Eterno companheiro". CHITACHOR: "Ladrão de corações".
UM
EXERCÍCIO DE AMOR
Fica aqui a sugestão de uma pratica que utiliza a visualização criativa. A visualização criativa é a nossa capacidade de imaginar (criar imagens com a mente). É um exercício relativamente simples, mas muito eficaz se for praticado com boa vontade e o desejo sincero de expandir o bem... Desejo que esta prática possa trazer a você serenidade, paz e equilíbrio!
Om Mani Padme Hum*
Veja também "A Ilusão da Separação e o sofrimento da alma".
Uma das principais razões pelas quais a medicina tradicional reluta em validar os métodos alternativos de cura é o fato de deles encararem o corpo físico como a única dimensão da existência humana. A própria consciência foi considerada por muito tempo apenas como um subproduto do sistema nervoso central. Dentro dos paradigmas (modelos) mecanicistas e reducionistas que norteiam a medicina moderna, o cérebro é visto como um complexo e sofisticado biocomputador. Mas se o cérebro é um biocomputador, ele tem necessidade de um programador para instruir o sistema. Essa entidade consciente que utiliza o biomecanismo do cérebro e do corpo é a alma ou espírito humano. O programador - o espírito – atua sobre o hardware que conhecemos pelo nome de cérebro e corpo, através de uma série de sistemas energéticos de dimensões mais elevadas, que a ciência ainda não reconhece. O sistema físico, portanto, não é um sistema “fechado”. É apenas um dos sistemas interativos que coexistem em um equilíbrio dinâmico. Esses sistemas energéticos superiores são chamados corpos sutis. Estão fisicamente sobrepostos uns ao outro no mesmo espaço. São constituídos de matéria com características vibracionais diferentes do corpo físico. Energias de freqüências diferentes podem coexistir no mesmo espaço sem que se produza uma interação destrutiva. As camadas energéticas que chamamos de aura, os centros de forças chamados chacras, canais por onde flui a energia, denominados nádis, além dos meridianos da acupuntura, o corpo etérico (ou duplo etérico), são partes da anatomia humana multidimensional. Não se trata de um conceito meramente esotérico a constatação de que campos energéticos permeiam e afetam a matéria. Esse conceito – além de já ser conhecido pelos chineses e hindus há milênios - tem sido um princípio fundamental da teoria da Física há mais de um século. Infelizmente a ciência ocidental ignorou por muito tempo as descrições dos componentes etéricos da fisiologia humana, pelo fato da sua existência não poder ser provada pela dissecação anatômica. Atualmente, de posse de novas tecnologias, começamos a obter as primeiras confirmações de que esses sistemas de energias sutis existem efetivamente e influenciam o comportamento fisiológico dos sistemas celulares. Os cientistas modernos já reconhecem que pensamentos e emoções afetam a estrutura celular do organismo humano. A medida que as pesquisas multidisciplinares sobre a anatomia sutil humana forem avançando, haverá uma maior compreensão e conseqüentemente uma maior aceitação do fato de que terapias suaves a base de florais e ervas, reiki, cromoterapia, visualização criativa, meditação, etc... podem ser agentes de cura muito eficazes. E que o sucesso das tecnologias médicas atuais pode ser significativamente aumentado através dessas terapias complementares. (Fonte: Gerber, Richard. Medicina Vibracional. Editora Cultrix) NOTAS AURA
- A palavra AURA vem do latim e significa sopro
de ar. Aura é o halo luminoso, multicolorido, que
envolve e interpenetra o corpo físico, refletindo, energeticamente,
o mundo íntimo da consciência encarnada, seus pensamentos,
sentimentos e experiências. DUPLO
ETÉRICO ou CORPO ENERGÉTICO
- É um envoltório energético, que varia
entre 1,5 e 5 cm de espessura, que reveste todo o corpo somático
(fisico). ETÉRICO - a palavra vem de éter, e se refere aqui a um estado de energia mais sutil. NADIS-são condutos energéticos situados em nosso corpo etérico e que tem como função o transporte da energia vital. Segundo descrições de clarividentes, os nadis possuem a aparência de veias energéticas como um gás neon. Os nádis são, portanto, linhas de força que não devem ser confundidas com os nervos do corpo físico, embora estejam em relação com eles, como os chakras estão em relação com os plexos e órgãos do corpo físico. São condutores de energia. O número de Nadis é muito variado na literatura hindu: alguns dizem que são em 72.000; outros em 550.000. Dentre estes os principais são o SUSHUMNA, IDA E PINGALA. Sushumna supera a todos os outros em importância. PSICOSSOMA
- O psicossoma pode ser definido como a contraparte extrafisica do corpo
físico, ao qual se assemelha e com o qual coincide minuciosamente,
parte por parte. E uma réplica exata do corpo físico em
toda a sua estrutura. VIBRAÇÃO - Quando falamos em vibração, estamos usando simplesmente um sinônimo de freqüência. A matéria que vibra numa freqüência muito lenta é chamada de matéria física. Aquela que vibra em velocidades maiores que a luz é chamada de matéria sutil. A matéria sutil é tão real quanto a matéria densa: sua taxa vibratória é simplesmente mais rápida. No inicio do século XX, quando Einstein apresentou ao mundo a sua equação E=mc2, ele provou aos cientistas que energia e matéria são duas manifestações diferentes da mesma energia universal.
A
TERAPIA FLORAL , OS CHACRAS E OS ELEMENTOS
Os florais podem atingir níveis elevados da nossa anatomia sutil. Todas as essências florais trabalham os quatro elementos (Terra, Fogo, Água e Ar) – embora algumas tenham predomínio de um determinado elemento. O corpo humano contém em si milhares de “pontos de energia”. Existe contudo, centros maiores, onde a energia se concentra, denominados chacras. Os chacras são na realidade “vórtices de energia”. Cada um deles tem relação com glândulas ou pontos vitais do corpo físico e também com um determinado elemento. São eles: CHACRA BÁSICO ou Muladhara
Localizado
no Plexo Sacral, na altura do cóccix. Relaciona-se
as Glândulas Supra Renais, ao esqueleto
e a linfa . É onde nasce a Kundalini – a energia da vida
que sobe pela coluna. Corresponde ao elemento Terra.
CHACRA SEXUAL ou Swadhistana
Localizado no Plexo Lombar, corresponde a área
de nossas gônadas, nosso sistema reprodutor.
Relaciona-se com o elemento Água.
CHACRA UMBILICAL ou Manipura
Localizado na altura do Plexo Solar. Trabalha o nosso
sistema digestorio, nossa pele, músculos. A glândula correspondente
é o pâncreas . Está relacionado
ao elemento Fogo.
CHACRA CARDÍACO ou Anahata
Localizado no Plexo Cardíaco. A glândula
correspondente é o Timo. Rege o nosso sistema
imunológico, a respiração e a circulação
(sistema cardio-respiratório). Está relacionado ao elemento
Ar.
CHACRA LARÍNGEO (Vishuda)
Localizado na altura do Plexo Cervical. A glândula correspondente é a Tireóide (e as paratireóides). Rege o nosso metabolismo. O chacra laríngeo, tem ligação com o nosso modo de expressão no mundo – a palavra. Conseqüentemente trabalha também a criação. Na Bíblia – Gênesis – que quer dizer criação. No princípio era o Verbo – e o Verbo disse: “Faça-se a Luz!” e a Luz se fez... O Chacra laríngeo está relacionado ao elemento Éter. O éter ou Akasha é o elemento que contém em si todosos outros elementos. Relaciona-se com a nossa exteriorização através da fala e também aos nossos processos criativos. (Eu tive uma professora que dizia que a palavra criatividade seria: “Cria a vida em ti em qualquer idade” – eu nunca me esqueci disso). Podemos então relacionar alguns florais do sistema Bach ao elemento éter, atuando através de outros elementos. Rescue Remedy (éter+os 4 elementos) - Heather ( éter/fogo) - Agrimony e Water Violet (éter/água) – Larch e Cerato (éter/ar) – Centaury (éter/terra) Obs: Existem outros florais, de outros sistemas que trabalham magnificamente o chacra laríngeo – a comunicação e a expressão criativa, de forma mais específica dentro de cada quadro apresentado pelo paciente. Os florais acima mencionados são apenas uma ilustração sobre a possibilidade quase infinita de unir-se o trabalho com os chacras e a terapia com os florais
CHACRA FRONTAL ou Ajna
Localizado na altura do Plexo Carotídeo. A glândula correspondente é a hipófise (ou pituitária), que controla todo o nosso sistema endócrino. É o chacra da nossa Sabedoria Interior e relaciona-se com a nossa visão, tanto física como metafísica. Para um trabalho inicial com este chacra, eu sugiro os florais Cerato (éter/ar) e Chestnut Bud (éter/terra) do sistema Bach, embora florais como Califórnia Poppy , Lotus , Angélica, Queen´s Anne Lace, Black-Eyed Susan, Shasta Daisy, Star Tulip , do sistema Californiano, bem como alguns florais do sistema Minas (Luceris por exemplo) e muitos outros do Sistema Australiano, dos Florais do Alasca, do Sistema Saint Germain; mostram excelentes resultados, dependendo da causa do bloqueio no referido centro energético.
CHACRA CORONÁRIO ou Sahasrara
È
o chacra que se localiza no topo da nossa cabeça, na
altura da glândula Pineal (ou epífise),
a glândula receptadora e controladora da Luz que entra em nosso
corpo. É o ponto de contato do nosso eu interior com o nosso
eu superior. O floral Gentian (o éter atuando no elemento terra,
ou seja o céu na terra) do sistema Bach éindicado para
o coronário.
OS FLORAIS E O CHACRA COORDENADOR
O
Chacra Coordenador é um ponto energético que no físico,
está localizado no Plexo Coróide, no 4º ventrículo
da cabeça, que fica entre o cerebelo, mesencéfalo e ponte.
Recebe as energias que vêm dos chacras inferiores e as encaminha
para os chacras Frontal e Coronário. Ele coordena as energias
e trabalha nossas capacidades físicas e espirituais. Tem como
funções coordenar as energias psíquicas (astrais)
superiores e o envio dessas mesmas energias ao mental (e vice-versa).
Dá ao ser humano o equilíbrio e a harmonização.
OS FLORAIS E OS CHACRAS OCULTOS
1 – MANAS – Tem seis pétalas. Está ligado à tireóide. Pode ser atingido em casos de traumas e choques (Floral: Star of Bethlehem). Alimenta-se energeticamente através dos nossos sentidos. Florais para energização e equilíbrio : Wild Rose e Cherry Plum 2 – SOMA – Tem 16 pétalas. Trabalha a nossa alegria, serenidade, meditação, concentração, e consciência celular. Floral: Chestnut Bud 3 – NIRLAMBA PURI – Fica acima do chacra frontal. É a sede da nossa religiosidade, onde acontece também a nossa individuação (segundo Jung). Floral: Walnut 4 - PRANAVA MADA BINDU – Distribui o Prana para o cérebro. Sede do Paramahansa (HAM= expiração – SA= inspiração). Florais: Aspen, Olive, Wilow e Rescue Remedy 5
– AMAKALA – Local onde transcendemos a noção
de tempo e espaço. Segundo a filosofia Yogue, o Nirvana.
ALINHAMENTO VIBRACIONAL DOS CHACRAS
O floral “Lótus” do sistema californiano é excelente para “alinhar os chacras” ou seja, trazê-los para uma freqüência vibracional equilibrada. Integra de forma harmoniosa os centros energéticos superiores com os inferiores. Pode ser de extrema ajuda para médiuns e sensitivos que costumam ser “hipersensíveis” as medicações vibracionais. É interessante tomá-lo primeiro por um período de 7 dias, antes de entrar com a formula floral propriamente dita.
Assim emerge o ser humano, um filho de Deus encarnado no mundo da forma, com uma mão segurando firmemente a matéria e a outra submersa em um mar de amor. Uma antiga escritura assim expressa:
Quando a mão direita do homem material
toma a flor da vida e a arranca para ele, a mão esquerda permanece
vazia.
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